domingo, 19 de fevereiro de 2017



O meu silêncio de amor.
Quero sentir-te...
Nas lágrimas que choro.
No coração que doí,
e não sinto!
Do desejo que não tenho
e queria ter.
Sentir-me tua!
Sou feita de poesia,
poesia que faço,e leio,
de todas as musicas
e tudo que contemplo,
e de todas os sons que toco.
Transpiro de amor.
Nasce um amor tão sublime
quanto incompreendido,
é esse sentimento, que sou feita,
tu és a minha obra onde me inspiro,
sofro dum amor transcendente,
que por vezes ,nem eu,
compreendo.
Vives nas palavras que leio,
encontro-te na musica que oiço,
contemplo-te nas musas que vejo,
sinto o teu corpo nós objectos
que toco.
Beijo-te ardentemente,nas palavras
que falo ,nas frases que recito.
( reservado aos direitos da autora
Graça Bica.@.
Poesia da alma da poeta Graça Bica

18 de Fevereiro de 2015 às 14:12
 · 
Partirei no alvorecer da manhã 
sem despedidas, 
porque sempre que despeço 
choro,
prometi aos meus olhos
que não os fazia sofrer,
e ao coração que saudades
não existem
jamais... 


Amanhã não mais será igual,
nem a imagem que eu 

desenhei
nem as recordações me deixam
mais felizes,
sou peregrina da vida.
caminhante no tempo,,,!!

(reservado ao direito da autora)
Graça Bica.@.


Que saudades
eu tenho
daqueles encontros no rio,
dos abraços do respirar
de sentir e de sofrer,
de amar e fugir
de ser amante ao luar...
Que saudades eu tenho,
da tua boca singela,
das palavras sentidas,
do teu jeito de falar,
e do brilho do teu olhar.
Que saudades eu tenho
de ti...
(reservado ao direito da autora)
Graça Bica.@.
Tanto Silêncio
marcado,pelas tuas
palavras.
Um abraço quente
num fechar de olhos.
O teu templo, é
o meu templo.!
Não quero que a
noite passe...
Desejo que perdure
dormindo em mim.
O amor, é amor
acompanhado de
solidão,
que ambos deixamos
as marcas na
areia molhada...
(reservado ao direito da autora)
Graça Bica.@.
Que saudades
eu tenho
daqueles encontros no rio,
dos abraços do respirar
de sentir e de sofrer,
de amar e fugir
de ser amante ao luar...
Que saudades eu tenho,
da tua boca singela,
das palavras sentidas,
do teu jeito de falar,
e do brilho do teu olhar.
Que saudades eu tenho
de ti...
(reservado ao direito da autora)
Graça Bica.@.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Poesia da alma da poeta Graça Bica.
18 de Fevereiro de 2015.
Partirei no alvorecer da manhã 
sem despedidas,
porque sempre que me despeço
choro.
Prometi aos meus olhos
que não os fazia sofrer,
e ao coração que saudades
não existem jamais...
Amanhã não mais será igual,
nem a imagem que eu desenhei,
nem ,as recordações me deixarão
 mais tristes.
Sou peregrina da vida.
mulher de emoções,
caminhante no tempo...!
(reservado ao direito da autora)
Graça Bica.@.
Tu, Haydee Aguiar, Dalila Luís Teixeira e 76 outras pessoas

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017



As conchas que
resgato na maré vazia,
os braços com
que remo abraçados
ao leme. 
O trovão que faz
estremecer a vergonha.
O tempo alardo nas
horas que espero,
 por onde caí o desengano.
A luz do farol apagada
a metros de distância,
não há futuro no tempo,
dos sonhos de infância.
Faço de conta que sou
"feliz
mas choro".
As mãos escondem
o rosto.
(reservado ao direito da autora)
Graça Bica.@.