É outra vez, mês de Setembro!
Voltamos a dançar na praça do cego do maio,
saíamos enlaçados pela neblina,trilhando a calçada
ouve-se o mar, o vento, o ronco do farol.
encostas a tua cara à minha, as nossas bocas quase que se encontram,parecem mais duas cobras.
Dizias tu!
É então que me mordes, ainda tenho a cicatriz no lábio inferior.
deixamos os nossos corpos cair sobre a areia,
não sei ao certo o que aconteceu…
Estou ainda a ouvir-te pausadamente, falas tão baixo
a tua cara encostasse a minha,falas ao meu ouvido.
Vejo-te ainda a correr pela praia fora,
desapareces na neblina, sinto na boca o sabor dos beijos trocados,
quando deitados sobre a areia, falávamos de tudo,
da família ,de nós dos projectos etc.
Tu ,com uma voz serena, melada de amor disseste!
Não quero morrer de ti.
Ainda ,quero estar continuadamente amando o teu corpo,
cobri-lo com beijos, emancipar os momentos que habitem em nós…
Se continuássemos nesta dança, morreríamos amando-nos muitas vezes…!
(reservado ao direito do autor)
Graça Bica.@.
O MAR é uma das metades da minha ALMA, impetuosa e súbita, às vezes DOCE e CALMA.
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Sinto os teus passos
caminhar no silêncio,
na penumbra calada
da noite.
Ainda sinto o teu bafo quente,
suspenso diante da
minha cama.
Fico quieta adoçando os sonhos,
que revejo na mente,
que outrora os sentia junto
de mim.!
Hoje os sonhos velam as
minhas noites caladas
caminhar no silêncio,
na penumbra calada
da noite.
Ainda sinto o teu bafo quente,
suspenso diante da
minha cama.
Fico quieta adoçando os sonhos,
que revejo na mente,
que outrora os sentia junto
de mim.!
Hoje os sonhos velam as
minhas noites caladas
Dizem que o amor se esquece
ao longo dos anos,
e a vida recomeça novamente.
É impossível esquecer o
verdadeiro amor...!
Fica quieto dentro do peito,
por vezes tão quieto,
e tão presente.!
Que inibe outro amor
de entrar...
(reservado ao direito do autor)
Graça Bica.@.
ao longo dos anos,
e a vida recomeça novamente.
É impossível esquecer o
verdadeiro amor...!
Fica quieto dentro do peito,
por vezes tão quieto,
e tão presente.!
Que inibe outro amor
de entrar...
(reservado ao direito do autor)
Graça Bica.@.
terça-feira, 15 de novembro de 2016
Como seria meu amor
cruzar-me contigo
nesse espaço,
onde tudo flutuo, e
a minha alma cobre-se
dum vazio cor do nada.
cruzar-me contigo
nesse espaço,
onde tudo flutuo, e
a minha alma cobre-se
dum vazio cor do nada.
Como seria eu rever-me
no passado,
só por segundos,
já me contentaria
as pupilas dos meus olhos,
se esbanjariam de
felicidade.
no passado,
só por segundos,
já me contentaria
as pupilas dos meus olhos,
se esbanjariam de
felicidade.
Entre preces famintas
outras fantasias
poderiam viver em mim,
outra alma?
um outro sorriso?
ou um abraço.!
outras fantasias
poderiam viver em mim,
outra alma?
um outro sorriso?
ou um abraço.!
Ficaria sentada
na neblina do tempo
a tua espera
Amor.!
(reservado ao direito do autor)
Graça Bica .@.
na neblina do tempo
a tua espera
Amor.!
(reservado ao direito do autor)
Graça Bica .@.
Moro nas memórias feitas de
casas,e
nas ruas cimentadas de
afectos.
Mas o Homem
não quer...
casas,e
nas ruas cimentadas de
afectos.
Mas o Homem
não quer...
Não me deixa
erguer mais do
que um tijolo, na
parede da casa,
nem traçar de
abraços a
minha rua.
erguer mais do
que um tijolo, na
parede da casa,
nem traçar de
abraços a
minha rua.
Nem de quem
nela mora,
Assim serei uma
sem pátria, e
habitarei nos
silêncios das
minhas próprias
memórias...!
nela mora,
Assim serei uma
sem pátria, e
habitarei nos
silêncios das
minhas próprias
memórias...!
(reservado ao direito de autor )
Graça Bica. @.
domingo, 13 de novembro de 2016
Escrevi tantas cartas
meu amor,
com elas, podias ler tudo
que se passava na
meu amor,
com elas, podias ler tudo
que se passava na
minha vida,
quando acabava de escrever, o
meu peito chorava por ti,
continuei a escrever anos, sem
fim...
Desenhei nas folhas as,
nossas bocas, quando se
quando acabava de escrever, o
meu peito chorava por ti,
continuei a escrever anos, sem
fim...
Desenhei nas folhas as,
nossas bocas, quando se
beijavam,
o meu peito sangra, de
tantos anos de solidão,
foram lágrimas derramadas, que
encharcaram a
o meu peito sangra, de
tantos anos de solidão,
foram lágrimas derramadas, que
encharcaram a
minha alma,
tantas saudades e tantas revolta, de
não caminhares ao
tantas saudades e tantas revolta, de
não caminhares ao
meu lado,
queria morrer abraçada
queria morrer abraçada
a ti...
Amor
(reservado ao direito do autor)
Graça Bica.@.
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