segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Poema escrito 2005, as 5.30 Nma noite sem dormir... Velando o teu dormir...! São muitas, as historias, que eu tenho que contar! a minha neta! Tantas, que contarei, nos entardeceres... Recordarei, os pormenores, mais singelos, mais acarinhados, até, os mais esquecidos. Toda a minha vida, tem um mistério de amor... Que me faz viver... Contarei os abraços, os beijos salgados, das lagrimas, que que banhavam, o nosso rosto! Contarei, até que a minha neta diga, Baba sei de cor, todo o teu Amor.... (reservado ao direito de autor) Graça Bica

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Amor, neste domingo triste, e cinzento, nem os lamentos se ouvem na rua. Escrevo para ti, pedaços de momentos, daqueles momentos tão nossos, daquelas gargalhadas fartas,e ruidosas, que nossos olhos banhavam-se em lágrimas, e, as gargalhadas corriam pela casa, esvaziavam-se pelo jardim... As nossas recordaçoes são tão fartas,digo eu, inesgotáveis..! Dançaram nas valada das mil e uma noite, dançaram ainda, nas vertigem das labaredas, nas noites frias há lareira,e, pela casa silenciosa já, sem vida, pelo jardim, pelas árvores de fruto que plantas-te, e,ainda vivem. No peito dos filhos, e da tua amada eterna.! As saudades que doem mais, é, da tua doce imagem, que nunca soube esquecer, e,um livro aberto,que eu, nunca soube fechar..!. (reservado ao direito do autor) Graça. Bica.@.

sábado, 10 de fevereiro de 2018

O sol jorra nas janelas em cascata de luz, tépida, e difusa,inclinando-se na direcção do sol, parecem flores em busca de calor meigo. Continuo com os meus ouvidos, cheios de promessas... Só almejo por míseros instantes, saídas mordazes e traquinas, de todo um pouco, que a vida deixou que levassem... Hoje, é ultimo passeio a beira mar, debulhando pão para alimentar as gaivotas, enrolei melhor o cachecol por causa da brisa fria. Naquele silêncio do mar, eu, pensei nos meus pais. Nos meus filhos ,neta, pensei em mim..! Pensei em mais alguém ... Caminhei alguns minutos em silêncio, torturava-me pensar, o que ia na minha mente. Será que ele também gostava...? Há pequenos,momentos, que enchem o peito de amor, há outros ainda, mais pequenos, que deixam o coração penar de dor...! Voei num escassos míseros segundos, se eu tivesse comigo uma tela, desenhava o teu rosto, com pedaços de madeira queimada, que o mar traz nas marés vivas, Talvez,escrevesse muito mais, de outro jeito,e com outro pensar... (reservado ao direito de autor) Graça Bica.@.
Bom fim de semana Beijinho grande , Escrevo como as aves que redigem o seu voo, sem papel, nem caneta apenas escrevo com a luz da saudade. Como fico pequenina quando escrevo para ti! A tua ausência deixa-me nesta inercia e sem acesso a mim. Por vezes desconheço-me.. Sou apenas mulher na tua presença, só me tenho na tua ausência, agora sou apenas um nome,um nome que acende em tua boca. Se me chamasses eu escutar-te-ia. Vejo-te num lugar onde posso renascer a teu lado, onde morro afogada pela minha própria sede. imersa ,nestas palavras que te escrevo. Do meu peito vazio de ti. com pressa de poisar.. (reservado ao direito do autor) Graça Bica.@.
Mar cantava lamento" O meu corpo vergou perante tanta altivez.! O mar era chão... Instantaneamente as vagas crispadas gritaram insubordinadas,de fúria e lamento... Olhava o mar inquieta, o vento acoitava furiosa nas janelas, enquanto o meu olhar extasiado,e,com medo, fotografava a indisciplinada fúria do tempestoso mar ... Pensei em tudo,que poderia advir... Pensei nos meus... Pensei em ti.! Os longos e duros momentos que fiquei privada de telefone, tive tanto medo! O agigantar das ondas, o vento embrulhava nas vagas, encavalitando-as numa dança em varias direcções.. Segredei com Deus... (reservado ao direito de autor) Graça Bica.
Nesta, imensidão cor de fogo, o meu olhar se extasia, neste pedaço de mar, as ondas adormecem... Neste pedaço de mar, o meu olhar repousa.! Nestas vielas que se ligam,e desprendem, com paredes caiadas e canteiros floridos,onde caminho com passos lentos,e firmes.! Há no meu peito, um grito de alerta, um surdir na alma, me aconchega. onde os dias misturam-se,com as noites. onde a minha alma canta, em preludio,com a madrugada! Onde o meu olhar se descuida, e inventa, e,os teus olhos cor de amêndoa,me vestem,e despem... E, os sorrisos se cruzam,e murmuram... (reservado ao direito de autor) Graça Bica

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Há um silêncio esmiuçando no meu ouvido. O teu nome.! Escorria pelas paredes manchadas, do arfar dos nossos beijos, como longas gotas de saudade. O reflexo da vela que iluminava o quarto, dançavam imagens feitas bailarinas, e os meus olhos serpenteavam-se gulosos, arquitectando o teu corpo dançando para mim.! São recordaçoes fugazes, que ladeiam no peito,e perpetuarão pelo resto da vida. Os sonhos, acarinham o meu corpo, embalando-o suavemente num sonho cálido e feliz. Nestes sonhos hipnóticos, onde tantas vezes nos visitamos em longos braços de luz.! Graça Bica. (reservado ao direito de autor)